a ponte é comprida demais. eu já estou a andar nela há um bocado e já não vejo o meu ponto de partida. muito menos vejo o destino que devia encontrar. é triste. e se a ponte se quebrar em dois só o mar tenho para me amparar. mas eu estou muito alto e nem esse já eu vejo. só o céu.
a ponte.
Julho 6, 2010dangerous days
Maio 26, 2010It’s funny. It’s funny how I still watch you from across the street. How I still see you through the mirror. You were never here. And I couldn’t care less. But I still see you. It’s funny.
ondas mais
Março 19, 2010WHITE.
Fevereiro 26, 2010When you’re alone, everything seems
weird and empty.
Life is no more green as trees
or red as love.
Everything is white now, like
the smoke from my cigarette.
And this smoke is involved around me,
not letting me bring out the right and wrong.
Not letting me breathe or comprehend.
And this white blurs me with something more
than I can understand.
- in White.
és.
Janeiro 6, 2010és a estrela mais pequena e distante. mais feia por dentro e nem sequer brilhas mais que qualquer outra. gostava que fosses só minha, por seres especial. e mais ninguém te quer tanto como eu.
BATON ROUGE
Novembro 13, 2009.
escrito e realizado por
andré ferreira, gonçalo nascimento, pedro motta, rui ventura.
.
LNDN
Setembro 14, 2009.
“As the term starts on Monday 21 September 2009, I will need a decision very quickly from you. If you wish to accept the place I will send you a further information pack as soon as I hear from you.”
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Screamin Jay Hawkins
Setembro 3, 2009triPortugal
Agosto 10, 2009start time: tuesday, August 11, 2009 at 2:00pm
end time: monday, August 31, 2009 at 8:00pm
location: Portugal
1 carro
1 tenda
1 faca que corte bem
5 de nós (ou mais)
7 destinos (claro, mais)
2000 km
legendary!?
porto/ viseu/ figueira da foz/ fragas de são simão/ VM/ Sines a Aljezur/ Barrancos
até já.
O Farol
Julho 25, 2009O farol.
Do centro da terra ao encontro do mar. O farol.
Sempre tão só. É lá que vou todos os dias, só.
No farol os dias não passam. Porque o farol está sempre igual.
As ondas do mar vão e vêm. No farol. Mas o mar é sempre o mesmo. E é certo que o que vai não volta.
No farol ri e chorei. É lá que me encontro e logo me perco. O meu farol. De lá vejo a praia e a minha casa. As pessoas parecem-me todas iguais, vistas de lá.
E os dias também.
E as noites não moram ali. Porque nada se vê. Não podem. Porque o tempo iria parar.
No mar também. Mas aí, vai e vem.
25 de Julho de 2009
GN